Publicado por: warleyrossi em: setembro 15, 2011
Eu estouuuu com saudadeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee de voceeeeeeeeeeeeee!
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!
Droga!
Publicado por: warleyrossi em: março 2, 2011
Me perco em todas as curvas
e linhas ortográficas dentro desse mesmo contexto.
Uma busca ilimitada de recursos
afins de financiar e sustentar uma
idéia ainda imatura,
proveniente de um futuro que não corresponde mais.
Lido agora,
algo que almejei ter, crente que ao tocar este ponto
novos parágrafos se desenrrolariam.
Inventamos a todo instante,
mais e mais maneiras de nos relacionar
e nos tornar usuários de nossa própria vaidade.
Não que esteja condenando nossos esforços,
o meu ou seu,
mas convenhamos que não são sútis
quando nos decepcionamos com o que encontramos.
Estou habituado a criar rótulos,
fácil assim como tomar qualquer um daqueles a prateleira
e desta forma que consigo ascender
embora descender moralmente,
ao meu ver que fique claro.
Crentes e tementes
saem aos domingos certos
que são parte de algo que não lhe resta acreditar.
A mim basta sair, todos os dias,
convicto de que há espaços
mas falta conteúdo apropriado.
Sigo, em busca de apostos
capazes de equacionar a
expressão exposta em meu rosto nesta noite.
Boa noite.
Publicado por: warleyrossi em: fevereiro 23, 2011
Seria uma analogia justa,
não haver uma constante,
mas repleta de arranjos.
A música me toma,
cada grave ou suave presa nestas linhas
encontram teu sorriso como espelho
em semi-breves nuas
sem vestígios de outra lembrança,
lugares onde apenas uma melodia
caminha como enrredo a teu encontro.
Sem quaisquer interferências
que não sejam a forma a mais
de explendor, um arranjo
incapaz de refação
inconpatível como qualquer definição
que não a tenha como denominador
dessa equação ilógica da vida,
daquela que me há dado para cumprir.
Desenho teu rosto nestas folhas,
em oitavas acima,
suaves,
teu corpo, para cada parte dele
tão graves, repletas de anseios
e tantos desejos de tê-la.
Me permito pela madrugada
a ponto de esquecer que há
algo a mais do que posso ver,
deixe-me aqui sozinho,
é a música da minha vida,
deixe-me tocá-la,
deixe-me vivé-la.
Publicado por: warleyrossi em: fevereiro 19, 2011
Por fim aquela tormenta repousa,
fria e calma,
assemelha-se a tanta turbolência.
Repouso agora,
numa breve paz serena
contida ainda
na vontade nada desmedida
de pronuciar alto teu nome.
Como pôde,
algo tão controverso
diluir o pouco bom senso
que ainda me resta?!
Publicado por: warleyrossi em: fevereiro 19, 2011
Não é uma segunda-feira que desponta,
tardio e sonolento
ainda há um domingo lá fora
que insiste em ouvir tuas voz,
ainda que muda.
Ao menos
tuas abreviações de saudade,
que tão pouco matam a minha.
Publicado por: warleyrossi em: fevereiro 19, 2011
Chuva e saudade são dores que café nenhum pode consolar.
Publicado por: warleyrossi em: fevereiro 16, 2011
Eu uso o tempo pra vagar por aí,
Ir a lugares antes nunca citados.
Tempo para criar problemas,
para vivê-los,
para os tornar solúveis.
E dizer que não o tenho,
me falta para isso e para aquilo.
Numa esquina ou outra,
me distrair,
e o deixar passar vendo uma moça bonita,
o bonde andar, uma tarde cair.
Mais tempo para quem anseia viver menos,
assim para alongar seus dias,
menos para o que podem viver mais.
Afinal, para que a pressa né verdade?!
Nos damos conta,
quando qualquer conta que se faça
não ousa expressá-lo.
É tarde para correr,
para dobrá-lo e voltar atrás.
Que dera cedo demais
para um rumo certo.
Não me importa qual aplicação irá exercer
já o tenho o suficiente para entender
que todo o restante que me tenha,
é destinado a vivé-la.
Não a vida, mas a minha vida.
Publicado por: warleyrossi em: janeiro 12, 2011
Sento-me aqui para escrever, conveniente a um velho rabujento. Uma caneta esquecida e umas sobras de papel. Ah maldita caneta que me falha, já gasta pelo tempo, encontrar outra nesta bagunça seria como achar alguns cruzeiros na rua.
Há algum tempo perdi a capacidade de olhar pro mundo de maneira óbvia. Ao cair da noite, saem as velhas corujas, e as luzes vermelhas dos automóveis não expressam mais calor. Não detêm mais a singularidade da velha paixão em si. São agora como entes queridos, quase monocromáticos, dispotos nas paredes da sala. Beirando um corredor, com cheiro dormido de mófo, tão longo quanto possa caminhá-lo.
Num incômodo zunido das cigarras recordo o prazer de não mais falar a sós. Tu nesse tempo, quizestes ter tantos nomes, e tantos te deram. Ah saudade.
Publicado por: warleyrossi em: outubro 26, 2010
Todas as tardes, costumo subir ao terraço
“…ou ao menos costumava, sem me preocupar…”
e dava tempo e oportunidade de discernir.
Chega a ser um absurdo subir lá
e olhar o mar ao fundo,
comtemplando-o.
Fico me questionando por quê ficamos
estáticos, às vezes por horas, de frente a ele.
Não é racional esperar por respostas,
por menções de atenção ou piedade da sua parte.
Quando pararmos de interpretar que para tudo
que fizermos haverá uma consequência,
uma resposta natural, vamos sem dúvidas
parar de peder tempo.
Troque a sensação de lágrimas
frias no rosto, por uma calorosa
reflexão.
“…é, eu sei, bobagens…”
Publicado por: warleyrossi em: julho 14, 2010
Havia um poetinha,
que citava que haviamos
de velar o amor.
É desta forma,
cheia de luto, incertezas
e um saudoso ar de despedida
que o mesmo nos trata
sem compaixão.
Uma paixão tão momentânea
que nos comprimi a
uma infinidade de sentimos
que não podemos explicar.
Uma habilidade sútil
de nos fazer sorrir e de nos fazer chorar,
nos trazer sem rumo imersos numa poesia.