Publicado por: warleyrossi em: outubro 26, 2010
Todas as tardes, costumo subir ao terraço
“…ou ao menos costumava, sem me preocupar…”
e dava tempo e oportunidade de discernir.
Chega a ser um absurdo subir lá
e olhar o mar ao fundo,
comtemplando-o.
Fico me questionando por quê ficamos
estáticos, às vezes por horas, de frente a ele.
Não é racional esperar por respostas,
por menções de atenção ou piedade da sua parte.
Quando pararmos de interpretar que para tudo
que fizermos haverá uma consequência,
uma resposta natural, vamos sem dúvidas
parar de peder tempo.
Troque a sensação de lágrimas
frias no rosto, por uma calorosa
reflexão.
“…é, eu sei, bobagens…”