Publicado por: warleyrossi em: fevereiro 23, 2011
Seria uma analogia justa, não haver uma constante, mas repleta de arranjos. A música me toma, cada grave ou suave presa nestas linhas encontram teu sorriso como espelho em semi-breves nuas sem vestígios de outra lembrança, lugares onde apenas uma melodia caminha como enrredo a teu encontro. Sem quaisquer interferências que não sejam a forma [...]
Publicado por: warleyrossi em: fevereiro 19, 2011
Por fim aquela tormenta repousa, fria e calma, assemelha-se a tanta turbolência. Repouso agora, numa breve paz serena contida ainda na vontade nada desmedida de pronuciar alto teu nome. Como pôde, algo tão controverso diluir o pouco bom senso que ainda me resta?!
Publicado por: warleyrossi em: fevereiro 19, 2011
Não é uma segunda-feira que desponta, tardio e sonolento ainda há um domingo lá fora que insiste em ouvir tuas voz, ainda que muda. Ao menos tuas abreviações de saudade, que tão pouco matam a minha.
Publicado por: warleyrossi em: fevereiro 19, 2011
Chuva e saudade são dores que café nenhum pode consolar.
Publicado por: warleyrossi em: fevereiro 16, 2011
Eu uso o tempo pra vagar por aí, Ir a lugares antes nunca citados. Tempo para criar problemas, para vivê-los, para os tornar solúveis. E dizer que não o tenho, me falta para isso e para aquilo. Numa esquina ou outra, me distrair, e o deixar passar vendo uma moça bonita, o bonde andar, uma [...]