Publicado por: warleyrossi em: fevereiro 23, 2011
Seria uma analogia justa,
não haver uma constante,
mas repleta de arranjos.
A música me toma,
cada grave ou suave presa nestas linhas
encontram teu sorriso como espelho
em semi-breves nuas
sem vestígios de outra lembrança,
lugares onde apenas uma melodia
caminha como enrredo a teu encontro.
Sem quaisquer interferências
que não sejam a forma a mais
de explendor, um arranjo
incapaz de refação
inconpatível como qualquer definição
que não a tenha como denominador
dessa equação ilógica da vida,
daquela que me há dado para cumprir.
Desenho teu rosto nestas folhas,
em oitavas acima,
suaves,
teu corpo, para cada parte dele
tão graves, repletas de anseios
e tantos desejos de tê-la.
Me permito pela madrugada
a ponto de esquecer que há
algo a mais do que posso ver,
deixe-me aqui sozinho,
é a música da minha vida,
deixe-me tocá-la,
deixe-me vivé-la.
fevereiro 23, 2011 às 9:58 pm
MAZAH.